A graça proclama três coisas:
- Somente Deus pode perdoar a minha falta de espiritualidade.
- Somente Deus pode julgar o meu próximo.
- Devo aceitar o que Deus aceita.
É mais fácil falar do que fazer.
Deus nos admitiu em sua tripulação e nos colocou no seu barco. Este barco tem um objetivo – levar-nos com segurança até a outra margem.
Este não é um navio de cruzeiro; é um navio de batalha. Não somos chamados para uma vida de lazer, mas para uma vida de serviço.
Cada um de nós tem uma tarefa diferente. Alguns, preocupados com aqueles que estão se afogando, estão tirando pessoas da água. Outros estão ocupados com o inimigo, lançando os canhões da oração e da adoração. Outros se dedicam à tripulação, alimentando e treinando os seus membros.
Embora diferentes, sob certos aspectos somos iguais. Cada um de nós pode contar sobre um encontro pessoal com o Capitão, pois cada um recebeu um chamado pessoal. Ele nos encontrou nos barracos do porto e nos convidou para irmos com Ele..
Embora a batalha seja dura, o barco é seguro, porque o nosso Capitão é Deus. O barco não vai afundar. Não existe preocupação quanto a isso.
No entanto, existe a preocupação da falta de harmonia entre a tripulação.
A unidade gera a fé.
A divisão promove a incredulidade.
Quem quer embarcar em um barco com marinheiros que brigam o tempo todo? A vida no oceano pode ser difícil, mas pelo menos as ondas não nos insultam... Seria a unidade o segredo para conquistarmos o mundo para Cristo?
(Biblia de Estudo – Max Lucado. Versão Almeida Revista e Corrigida. Edição de 1995. p.1391)


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